sexta-feira, dezembro 10, 2010

«What the New CDC Numbers on HIV/AIDS Really Mean»
http://www.theroot.com/views/what-do-new-cdc-reports-hivaids-really-tell-us

3 comentários:

  1. What they really mean? Well... they mean that "The statistics are not a surprise. They only confirm the continuation of the epidemic's 15-year proliferation among black men, women and children."
    Ok... qual a forma mais vulgar de propagação da doença? Sexo! De que forma ase multiplica a raça humana? Sexo!
    A propagação do HIV, não acontece por via respiratória, ou alimentar, mas sim...(mais frequentemente) pela via sexual!
    Outros factores se encontram associados à continuação da doença:baixos níveis de higiene, partilha de seringas, contágio sanguíneo... A doença propaga-se, contagia-se através do contacto sanguíneo. Mas... este nosso mundo é global e... alienado. É possível anular o contágio do vírus, mas poucos se importam em adoptar medidas preventivas. Deixou de ser um problema de saúde pública, passou a ser uma questão de suicídio em massa. Dizem-me que as relações sexuais com preservativo, não têm o mesmo "sabor", por isso, optam por revestir o(a) parceiro(a) sexual, por uma aura angelical que, no momento a (o) esenta de qualquer possibilidade de ser portador do virus...
    Uma sociedade de alienados, inconscientes e inconsequentes. O mesmo se passa nos países africanos, com a diferença que aí, grassam a miséria, a fome, o esturpo, a escravidão... então, talvez seja preferível a morte...

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  2. Bartolomeu,
    Obrigada pelo seu comentário. Pode ver o actual «2010 Global Report reveals the latest snapshot on the AIDS epidemic» que não deixa de ser chocante… (http://www.who.int/hiv/pub/global_report2010/en/index.html ). Concordo com o que diz mas, como sabe, temos também de atentar na transmissão da mãe para filho/a que, no fundo, vai ao encontro da carência humanitária, essa sim, em massa.
    Percebo o que quer dizer com: «Uma sociedade de alienados, inconscientes e inconsequentes. O mesmo se passa nos países africanos, com a diferença que aí, grassam a miséria, a fome, o esturpo, a escravidão... então, talvez seja preferível a morte», mas parece-me duro dizê-lo deste modo, como se fossem culpados da sua situação.

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  3. Jeune, muito do que fazemos, depende de circunstâncias que não são determinadas por nós...
    Do mesmo modo, tudo o que sucede no mundo e nas sociedades, depende exclusivamente das circunstâncias criadas por nós!
    E no que diz respeito aos paises africanos, á miséria dos povos, "sustentada" pela opolência dos governantes, diz-nos exclusivamente respeito e é da nossa responsabilidade e... não se cura com missões humanitárias.
    É dura a expressão da minha opinião, mas não é menos dura a sensação de impotência, apesar de ter debelado a conivência, ao deixar de votar para eleger aqueles que com risos cínicos e apertos de mão, infectam tanto... ou mais, que o próprio virus!

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