quarta-feira, setembro 30, 2009

Paradoxo contínuo:

Como é que, não sendo "católica", o único "livro" que tem permanência na minha mesa de cabeceira é: a Bíblia Sagrada?!

terça-feira, setembro 29, 2009

Parabéns (45 anos):

A Mafalda de Quino

segunda-feira, setembro 28, 2009

Desabafo:

É triste quando, inesperadamente, uma voz conhecida diz: "essa conversa da justiça talvez acabe.. talvez estejas disposta a compactuar/calar com a injustiça quando não tiveres dinheiro para comprar o pão que comes"! Só me ocorreu: "talvez não (...) talvez quando muitos não's se juntarem talvez esse monopólio acabe". Só me ocorrem as palavras de Derrida: "O estar mal de soberano bem". Não ontem, não hoje, não amanhã! E dá vontade de perder a educação, perder o sorriso e ranger os dentes...

Imagem disponível em: http://4.bp.blogspot.com/_ickyHlKZR40/SR2TM7vJVSI/AAAAAAAAA_Q/GUMNhuqkn2g/s400/tort.jpg

domingo, setembro 27, 2009

Questão profunda:

" Mana, mas porque é que é tão importante votar? "

sábado, setembro 26, 2009

"Pequenos nadas" à beira das eleições:

sexta-feira, setembro 25, 2009

Confusões teóricas:
Continua a parecer uma problemática (em algumas cabecinhas) a distinção entre Orçamento e Previsão Orçamental. Porém, a distinção fica clara se atribuirmos ao Orçamento: a estimativa para a definição dos fundos iniciais/ fundos de recurso e, também, o custo por cada actividade (aquisição do material, suportes logísticos, tempo gasto por profissionais, etc.). No que diz respeito à Previsão Orçamental deve contemplar-se: as fontes de financiamento, as fontes de financiamento alternativas, os fundos inicias, a contribuição da entidade proponente e o plano de financiamento a longo prazo. Ora, se "tudo" tem aversão em falar/discutir orçamentos, porque não investigar a previsão orçamental? Buracos? Afinal não estamos todos a pedir clareza… (pudera).
Novamente:

quinta-feira, setembro 24, 2009

quarta-feira, setembro 23, 2009

Irão – Realidade Privada:

Nova proibição nas "montras": nem "Gravatas" nem "Lingerie"...

segunda-feira, setembro 21, 2009

domingo, setembro 20, 2009

Est possible un touche qui dépasse le chant et le verb?

"Quand le corps tout entier rayonne et brûle de ce divin contact, il se fait chant et verb, mais ce que de tout lui-même par l'Autre rassemblé et recueilli il chante est cela qu'il ne peut dire, cela qui l'excède infiniment, un excès auquel le toucher même est destiné, et qui dans la plus humble des sensations, dans le moindre contact ici, nous était déjà pour toujours ouvert" (Chrétien J.L. (1992). L’appel et la réponse. Paris: Les Éditions de Minuit. Pp.153-154).

sábado, setembro 19, 2009

Esquecimento democrático à beira da incursão na 7ª política de saúde:

Remontando à primeira política de saúde, entre 1974 - 1979, corresponde à fase optimista e de criação normativa do SNS que em 1976 se tornou universal, geral e gratuito (adoptaram-se medidas que cobrissem a população como a responsabilização financeira e a oficialização dos hospitais). Posteriormente, já na segunda política de saúde, entre 1980 – 1983, parece ter-se sentido um recuo com a tentativa de revogação da Lei do SNS. Ora, na política seguinte, entre 1985 – 1995, apostou-se na aproximação à ideologia de mercado através de medidas como a privatização do financiamento, a articulação das unidades de saúde, a mobilidade profissional e a privatização da prestação, aqui, o SNS passou a ser universal, geral e tendencionalmente gratuito, o mesmo é dizer, que a sociedade passou a assumir parte da responsabilidade financeira: "Aliás, só com a segunda revisão constitucional, em 1989, o primeiro princípio do artigo 64.º passa a ter uma outra redacção: " serviço nacional de saúde universal e geral e, tendo em conta as condições económicas e sociais dos cidadãos, tendencionalmente gratuito" e, no segundo, se abandona a redacção radical da socialização da medicina e dos sectores médico-medicamentosos (de resto nunca tentada), para se limitar à expressão ambígua de socialização dos custos dos cuidados médicos e medicamentosos" (Simões, 2005, p.111). Talvez isto tenha sido mote para na quarta política de saúde , entre 1995 – 2002, se tenha retomado os meios do SNS, adicionando meios privados. No meu ver, esta é uma das "etapas políticas" mais interessantes do ponto de vista da gestão. Pegando no exemplo do Hospital de Santa Maria da Feira deu-se um enorme salto ao conciliar-se a gestão pública com a privatização mínima. Nesta última, só as regras de direito são privadas, em vista à aquisição de bens e serviços. É importante que se demonstre e saliente a necessidade desta Gestão, porque infelizmente: "(...) o pressuposto de que Gestão é Gestão de Empresas continua a persistir. É por isso importante afirmar – e fazê-lo bem alto – que a Gestão NÃO é Gestão de Empresas, do mesmo modo que, por exemplo, Medicina não é Obstetrícia" (Drucker, 2000, p.17). Já entre 2002 – 2005 (na quinta política de saúde) começou a pensar-se na eficiência através das parcerias público privadas, mas parece que o governo em vigor se esqueceu de algo bastante importante: "Não se "gerem" pessoas. O objectivo é liderar pessoas. E a meta é tornar produtivos os pontos fortes e o conhecimento específico de cada individuo" (idem, p.29). Desde 2005 que estamos inseridos na sexta política de saúde, aperfeiçoando a eficiência do SNS através de medidas como a venda de medicamentos não sujeitos a receita médica fora das farmácias, o cuidado em unidades de saúde familiar e rede nacional de cuidados continuados integrado. Já "defendi" o SNS por outras bandas, porém, parece que até a possibilidade de uma 7ª política (seria melhor a continuação da 6ª) está ameaçada pela não inclusão num certo programa eleitoral.. Esquecimento da análise de Path dependency?

Fontes:

Druker, P. F. (2000). Desafios da Gestão Para o Século XXI (Correia, G. Trad). Porto: Livraria Civilização Editora.

Simões, J. (2005). Retrato Político da Saúde. Dependência do Percurso e Inovação em Saúde: Da Ideologia ao Desempenho (Campos, A. C. Pref.). Coimbra: Edições Almedina.

quarta-feira, setembro 16, 2009

Modelos limitantes:

Ainda existe um grande NÚMERO de "pensadores" (inseridos no modelo bio-médico) a "observar" a doença, se e só se, houver uma alteração dos parâmetros biológicos. Isto fará sentido perante tanta propaganda em torno do risco de adoecer? Incoerência?! E, como é que os médicos só diagnosticam deseases se os doentes sofrem illnesses?

Imagem disponível em: http://3.bp.blogspot.com/_61jD2mJrESc/SAawlUFxZfI/AAAAAAAAAAU/FzBdV8LLc38/s400/medico.jpg

terça-feira, setembro 15, 2009

"BIG FOOD"

Como combater a epidemia da obesidade? Será que todos estamos empenhados em responder a esta pergunta?! Kelly Brownell perguntou-se: Porque não se adoptam medidas como a aplicação de impostos aos alimentos com elevadas calorias e baixo valor nutritivo? Porque é que não há (ainda) a obrigação de publicar a composição e carga calórica dos produtos nutricionais, inclusive nos menus dos restaurantes? Movimentos encerrados em prol de uma indústria obscura.. Conclusão: SEM "ÉTICA" - SEM SAÚDE.

segunda-feira, setembro 14, 2009

domingo, setembro 13, 2009

Ficção?

É inevitável o sentimento de vertigem quando as palavras abraçam o pensamento. Não demoro a desvelar-lhe: Meu amigo ou inimigo, já não sei se és ou foste, um livro, folhas ou aquele papagaio de papel (...). Espero na multidão com uma solidão tímida. E, uma secreção perpetuante: "palavras para cobrir uma nudez", faz-me sentir "nua" por cima de todas as roupas. Para uns, uma parede branca, para mim, os fios do cordel.

Fotografia de Ludovic Andral.

sábado, setembro 12, 2009

Palavras por dizer:

"...e farei para ti
leitos de rosas
e mil e um ramos
de mimosas".

(Christopher Marlowe)
Ofensivo?

sexta-feira, setembro 11, 2009

Alerta:
"Avis au peuple sur sa santé"

Tissot 1762 (Chez Duran. Paris)

quinta-feira, setembro 10, 2009

terça-feira, setembro 08, 2009

Qualidade de vida:

Economia da Saúde com Lévinas...

domingo, setembro 06, 2009

Repercussão:
Discurso pleonástico:

Ontem à noite, em Coimbra, a Dr. Ana Jorge proferiu palavras "sábias" sem discernir as "águas"... "Em Coimbra o SNS foi reestruturado e melhorado, Coimbra é um bom exemplo. Coimbra precisa de quem pense e de quem faça" (isto dito assim, até parece que o "trabalho elaborado" pelo Dr. Carlos Encarnação tem sido benigno)...

sexta-feira, setembro 04, 2009

Após isto:
É preciso reconhecer duas coisas: 1- Temos um novo "departamento" da PJ na tvi; 2- Afinal, a realização cinematográfica em Portugal é "criativa"..
A validade teórica e prática da epidemiologia contemporânea:

Será que a epidemiologia analítica coloca em evidência e analisa as relações existentes entre as doenças e os diferentes factores? Estudos enviesados?
Uma direcção parecida com: Road to NoWhere

quinta-feira, setembro 03, 2009

Políticos de retórica?
Um bom exemplo: Serviço Nacional de Saúde. Quando se fala do SNS, fala-se também de um orçamento de 8,5 mil milhões de euros (aproximadamente). Não houve "partido" capaz de discutir a sua sustentabilidade financeira...

quarta-feira, setembro 02, 2009

Abertura parcial até quando?

« “Mosteiro de Santa Clara-a-Velha reabre para contar a história (por DAVIDE PINHEIRO em 17 Dezembro 2008 ) Coimbra. A recuperação de um edifício histórico

Depois de 17 anos de recuperação, o Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, em Coimbra, abre hoje parcialmente ao público. O edifício foi requalificado, num projecto avaliado em 7,5 milhões de euros, e conta agora com um centro interpretativo que acolhe "a história do sítio", revelou à Lusa o coordenador da intervenção Artur Côrte-Real. "Para além do olhar sobre a beleza plástica do monumento, queremos que os visitantes conheçam este universo riquíssimo associado a Isabel de Aragão e a Inês de Castro" (disponível em: http://dn.sapo.pt/inicio/interior.aspx?content_id=1137595) ».

Foto minha