sexta-feira, outubro 09, 2009
quarta-feira, outubro 07, 2009
terça-feira, outubro 06, 2009
segunda-feira, outubro 05, 2009
domingo, outubro 04, 2009
Camilo José Cela diria: "Escrever não é fácil ou difícil, mas possível ou impossível". Na impossibilidade direi: um dia ainda vou saber escrever com as «vísceras». Para lá da cavidade torácica e abdominal, estas «vísceras» transportam uma natureza diferente. É uma natureza estranha e turva, florescendo a cada momento, com as tábuas de argila encontradas no templo de Uruk (3200 a. C.). É uma natureza portadora da reacção tipo ácido-base que se desvela no velar da mensagem, velada pela «escrita dos deuses». É com estas «vísceras» que quero escrever, como se de um phármakon se tratasse...
Imagem disponível em: http://media.photobucket.com/image/escrever%20com%20as%20v%2525C3%2525ADsceras/hormoniosas/EscreverLuisPedro.jpg
quinta-feira, outubro 01, 2009
quarta-feira, setembro 30, 2009
terça-feira, setembro 29, 2009
segunda-feira, setembro 28, 2009

É triste quando, inesperadamente, uma voz conhecida diz: "essa conversa da justiça talvez acabe.. talvez estejas disposta a compactuar/calar com a injustiça quando não tiveres dinheiro para comprar o pão que comes"! Só me ocorreu: "talvez não (...) talvez quando muitos não's se juntarem talvez esse monopólio acabe". Só me ocorrem as palavras de Derrida: "O estar mal de soberano bem". Não ontem, não hoje, não amanhã! E dá vontade de perder a educação, perder o sorriso e ranger os dentes...
sábado, setembro 26, 2009
sexta-feira, setembro 25, 2009
quarta-feira, setembro 23, 2009
domingo, setembro 20, 2009
Est possible un touche qui dépasse le chant et le verb?
"Quand le corps tout entier rayonne et brûle de ce divin contact, il se fait chant et verb, mais ce que de tout lui-même par l'Autre rassemblé et recueilli il chante est cela qu'il ne peut dire, cela qui l'excède infiniment, un excès auquel le toucher même est destiné, et qui dans la plus humble des sensations, dans le moindre contact ici, nous était déjà pour toujours ouvert" (Chrétien J.L. (1992). L’appel et la réponse. Paris: Les Éditions de Minuit. Pp.153-154).
sábado, setembro 19, 2009
Esquecimento democrático à beira da incursão na 7ª política de saúde:
Druker, P. F. (2000). Desafios da Gestão Para o Século XXI (Correia, G. Trad). Porto: Livraria Civilização Editora.
Simões, J. (2005). Retrato Político da Saúde. Dependência do Percurso e Inovação em Saúde: Da Ideologia ao Desempenho (Campos, A. C. Pref.). Coimbra: Edições Almedina.
quarta-feira, setembro 16, 2009

Ainda existe um grande NÚMERO de "pensadores" (inseridos no modelo bio-médico) a "observar" a doença, se e só se, houver uma alteração dos parâmetros biológicos. Isto fará sentido perante tanta propaganda em torno do risco de adoecer? Incoerência?! E, como é que os médicos só diagnosticam deseases se os doentes sofrem illnesses?
Imagem disponível em: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhzQI3ayH0DE-TAUHvE4vk-KMfYXnJK8MzEiSlm3sQIq5lFsaULJeo2SK64EEnJUCwCxHqcFzQdwSwYzPlN-kkyvByJ5pnxocTczUYKwxe2Yf34c7wOEgO4u4oyhzzYMqLhob66REWKUV4/s400/medico.jpg
terça-feira, setembro 15, 2009

segunda-feira, setembro 14, 2009
domingo, setembro 13, 2009

Fotografia de Ludovic Andral.
sábado, setembro 12, 2009
quinta-feira, setembro 10, 2009

Claudicação
Tonturas
Dispneia
Fadiga
Imagem disponível em: http://www.biologycorner.com/anatomy/blood/sickle_cell_anemia2.jpg
domingo, setembro 06, 2009
sexta-feira, setembro 04, 2009
quinta-feira, setembro 03, 2009
quarta-feira, setembro 02, 2009

« “Mosteiro de Santa Clara-a-Velha reabre para contar a história (por DAVIDE PINHEIRO em 17 Dezembro 2008 ) Coimbra. A recuperação de um edifício histórico
Depois de 17 anos de recuperação, o Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, em Coimbra, abre hoje parcialmente ao público. O edifício foi requalificado, num projecto avaliado em 7,5 milhões de euros, e conta agora com um centro interpretativo que acolhe "a história do sítio", revelou à Lusa o coordenador da intervenção Artur Côrte-Real. "Para além do olhar sobre a beleza plástica do monumento, queremos que os visitantes conheçam este universo riquíssimo associado a Isabel de Aragão e a Inês de Castro" (disponível em: http://dn.sapo.pt/inicio/interior.aspx?content_id=1137595) ».
Foto minha
segunda-feira, agosto 31, 2009
domingo, agosto 30, 2009
sexta-feira, agosto 28, 2009
Imagem disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Hygeia_Musei_Capitolini_MC1099.jpg
quinta-feira, agosto 27, 2009
segunda-feira, agosto 24, 2009

Entre o evolucionismo e o transformismo, em torno duma «luta pela existência», lá se ultrapassou um falso poder da Igreja (afinal parece que o "processo" não é estático e as espécies não são definitivamente as mesmas)...Mas acredita que as gerações futuras seguirão o exemplo da nossa? Acredita que o paradigma da transformação natural não muda?
Imagem disponível em: http://www.lepanto.com.br/Imagens/wDarwin1a.gif
domingo, agosto 23, 2009
sábado, agosto 22, 2009
quinta-feira, agosto 20, 2009
terça-feira, agosto 18, 2009

segunda-feira, agosto 17, 2009
domingo, agosto 16, 2009
É uma doença de declaração obrigatória e a intervenção é mais técnica do que médica... Esconde-se nos ecossistemas naturais, a bactéria do tipo Legionella tende a crescer nos biofilmes e nos sedimentos existentes, nas superfícies dos lagos, rios e ribeiros. É tenebrosa, consegue desenvolver-se numa temperatura ideal entre os 20° e 50°C, permitindo dois tipos de doença: I – Doença do Legionário (com uma incidência entre 1-5% - afecta diversos órgãos); II – Doença de Pontiac (com uma incidência à volta de 95%). Percebem agora a importância da Carta de Bono? Visa, não só, assegurar a boa qualidade da água de consumo, como também pretende actuar na vigilância de redes em edificações degradadas, elaborando medidas de prevenção. Ora, isto tudo teria tradução num controlo de risco nas redes, por um lado na manutenção (ou seja, na temperatura, no cloro residual livre, na limpeza e desinfecção de acessórios, na inspecção de bons elementos), por outro, na desinfecção (química, térmica, ozono)..
Imagem disponível em: http://bioinfo.bact.wisc.edu/themicrobialworld/Legionella.jpg
sábado, agosto 15, 2009
sexta-feira, agosto 14, 2009
quinta-feira, agosto 13, 2009

Ainda não aprendi a escrever (também é verdade) segundo o Novo Acordo Ortográfico. Mas, pensando melhor, o Ministério diz que o Novo Acordo vai continuar transitório este ano lectivo (2009/2010). Isto sim, é um "ATO" de coragem.
Imagem disponível em: http://vialatina.files.wordpress.com/2009/04/acordo_ortografico_tdg1.jpg
terça-feira, agosto 11, 2009

Não penso tudo o que digo, não digo tudo o que penso. E, quando me pergunto se sobre "isto" deverei continuar a pensar "ela" invade-me:
"Esta indecidibilidade própria da palavra como escrita é, aliás, a condição da própria desconstrução: ao mesmo tempo como condição de possibilidade e como destino. A desconstrução é a este preço, declara Derrida: constacta-se nela um poder, uma possibilidade e um limite; mas, este limite, esta finitude dá o poder e faz pensar, obriga a pensar e escrever ligando a memória da língua, a imemorialidade da sua memória ao porvir ou, por outras palavras, abre o porvir a partir da ficcionalidade (...)" (Derrida, J. (1995). O Outro Cabo (Bernardo, F. Trad. e Intro.). Coimbra: Reitoria da Universidade de Coimbra – A Mar Arte. P. 15).
Vejo-me ali a flutuar com a indecidibilidade na desconstrução de um destino. E, sem perceber porquê, pergunto-me: para que "Cabo" me levas "Tu"?
Imagem disponível em: http://nocturnocomgatos.weblog.com.pt/arquivo/David%20Ho-3.jpg
segunda-feira, agosto 10, 2009
domingo, agosto 09, 2009

sábado, agosto 08, 2009
sexta-feira, agosto 07, 2009
terça-feira, agosto 04, 2009
segunda-feira, agosto 03, 2009
sábado, agosto 01, 2009
quarta-feira, julho 29, 2009
terça-feira, julho 28, 2009
segunda-feira, julho 27, 2009
domingo, julho 26, 2009
Alberto J. Jardim: revolução e violência?
Sinto, amplas vezes, o segredar de um certa revolutio como se tratasse de um «retorno ao ponto de partida». Todavia, suponho que muitas vozes apenas acreditam em golpes irreversíveis. Acabo por perguntar ao meu segredar se essa revolutio se faz acompanhar da imperatriz violência. (silêncio). Esqueço os mediadores e pergunto-lhe: E tu ó violência, és violenta por ti própria? A tua essência de violentia não será o paradoxo? (silêncio). Lembro-me do Senhor Jardim e começo a "declamar": Senhor Jardim que estás na "Mini Cuba da Região Autónoma Madeira" saberás "tu" o que é um «estado totalitário»? Longe de mim associar o Senhor a um «Estado Total» com um monopólio ideológico de topo..No fundo, o Senhor estará sempre abençoado pelo personagem imaginário de Cálicles – é que, como sabe, no Górgias também Cálicles decretava contra Sócrates que era mais vantajoso cometer um injustiça do que sofrê-la (silêncio). Volto a declamar: Senhor Jardim porque acusas Sócrates de "dar cabo de Portugal com a política de Salazar"? (in, http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1393384). Aragon chama lá «o terror do fundo dos teus pulmões», volta - estás perdoado... sábado, julho 25, 2009

Menina Bem Comportada http://meninabemcomportada.blogspot.com/
Voar Preciso http://voarpreciso.blogspot.com/
Environnement monde http://environnement-monde.blogspot.com/
sexta-feira, julho 24, 2009
quinta-feira, julho 23, 2009
quarta-feira, julho 22, 2009
terça-feira, julho 21, 2009
«Derrida's animuses against determinacy and control can effectively remind us, however, of how emergent within fluid linguistic and cultural practices our own distinctively conceptual-propositional consciousness is. In remind us of this, Derrida can further usefully prod and provoke us toward both new readings and new artistic work, against the grain of any master scheme for the control of culture and cultural expression. His stance here is not so far from Cleanth Brooks' emphasis on accomplished poems as structures of paradox: readable, but dense and self-revising, more dramatic than doctrinal. The poet, as Brooks puts it, "must work by contradiction and qualification" (Eldridge, R. (2003). An introduction to the philosophy of art. United Kingdom: Cambridge University Press. P.140) ».
segunda-feira, julho 20, 2009
Estava frio e eu confessava ao meu professor de português: "eu não sou amante de qualquer teatro"...Os motivos são vários...mas, o tom da voz, a voz, a voz, a voz, a voz! Também pela "voz" (entre outras coisas) não me vou esquecer daquela "encenação"..até ao dia de hoje, a minha preferida: Castro. Porquê? Porque não esqueci a delicadeza na expressão de Maria de Medeiros quando tornou presente a "lenda" de Inês de Castro, a minha alma ainda hoje estremece a recordar-lhe as palavras: "Castro na boca, Castro na alma, Castro em toda a parte tem ante si presente". Não quero esquecer isto..
Imagem que guardei do guião de leitura.
domingo, julho 19, 2009
É preciso começar por pensar pensamentos pensados. A seguir, é preciso chegar à conclusão que o repensar do pensar pensamentos pensados é apenas plano para um futuro-pensamento proveniente do repensar do pensar pensamentos pensados. Então, o futuro-pensamento proveniente do repensar do pensar pensamentos pensados é um pseudo-pensamento...risos.
sábado, julho 18, 2009
"É muito difícil convencer as pessoas da dificuldade que existe para inventar um método de escrita secreta que desafie qualquer investigação" (Poe, E. A. (2002). Criptografia & O Escaravelho de Ouro (Costa, J. Trad.). Lisboa: Guimarães Editores. P.11). É muito trabalhoso perceber que uma escrita oculta vela um pensamento ainda mais secreto... Também haverá "manuais" para pensamentos criptográficos?! Um olor da loucura passou pelos meus sentidos como a investigação passa por alguns métodos. Imaginei a beleza de um "pensamento criptográfico" acompanhado pela escrita - percebi que já me "encontrei com ele" – levantei-me e sorri. Quod scripsi, scripsi....
Imagem disponível em: http://www.bokler.com/pix/eapoe_crypto_ltr_small.jpgn
quinta-feira, julho 16, 2009

Fim de tarde - não me permiti continuar a ler – estava encadeada com várias fitas cinematográficas que ocorriam no meu pensamento. Desviei o olhar, mas o ensinamento voltou a ecoar-se em mim: "Não significará Deus o outro do ser? Não significará o pensamento significante, à imagem de Deus, o estoiro, a subversão do ser: um de-inter-essamento [des-inter-essement] (uma saída do "essamento" ["essement"]? Irredutível ao Mesmo, não permitirá o outro, numa certa relação (ética), pensar este outro ou este para-além?
A ética, ou seja, não uma simples camada, mas qualquer coisa de mais antigo do que a onto-teo-logia – e de que ela mesma deverá dar conta.
O dotado de sentido não tem necessariamente de ser. O ser pode confirmar o pensamento, mas o pensamento pensa o sentido – o sentido que é exibido pelo ser. Um tal pensamento alarga o desinteresamento.
Opor Deus à onto-teo-logia, é conceber uma nova maneira, uma nova noção de sentido. E é de uma certa relação ética que se pode partir para uma tal procura" (Lévinas, E. (2003). Deus, a morte e o tempo (Bernardo, F. Trad.). Coimbra: Almedina. PP.138-139). Fiquei (re)ligada num certo movimento slow à procura "daquela voz"... a recordação saiu de si: "A ética é o reconhecimento da santidade". Mas, se uma ética da responsabilidade envolver "valores" religiosos, uma religião envolve também "valores" éticos... é-me possível pensar que a ética levinasiana é sempre religiosa?! E qual a intensidade da relação com a religião? Mas, o que é que deve ser "mais ético": as religiões ou a ética que se ocupa do humano enquanto humano? Ética da religião? Religião da ética? Ateus religiosos? Só compreendi: "não matarás"! Enfim, espasmos do pensamento a latejar no latejo rítmico do coração (pode ser que alguma outra jeune em mim me responda)....
Imagem disponível em: http://theworldowner.net/wp-content/uploads/duasfaces.jpg.
quarta-feira, julho 15, 2009
terça-feira, julho 14, 2009
segunda-feira, julho 13, 2009

sábado, julho 11, 2009

quarta-feira, julho 08, 2009

A Resolução do Conselho de Ministros n.º 59/2008 aprovou uma estratégia comunitária no período estabelecido entre 2007-2012: «Melhorar a qualidade e a produtividade do trabalho: Estratégia comunitária para a Saúde e a Segurança no trabalho 2007-2012». Ainda assim, é preciso atentar nos dados e causas de acidentes de trabalho mortais (desde o início do ano de 2009 até ao mês de Maio) no sector da construção (por exemplo): 10 mortes por queda em altura; 5 mortes por choque com objectos; 2 mortes por electrocussão; 1 morte por queda de nível. Acidentes ou falta da avaliação de riscos recomendada pela abordagem europeia da segurança e saúde no trabalho (SST)?
terça-feira, julho 07, 2009

Proferi: "Sou frágil como uma pena"...
Uma voz inesperada fundou a analogia: "As penas são uma obra de arte da natureza. São leves, parecem frágeis, mas são magnificas.Completamente impermeáveis e isoladoras - resistem à mais terrível tempestade sem uma única plúmula danificada".
segunda-feira, julho 06, 2009
Imagem disponível em: http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/foto/0,,16230358-EX,00.jpg
domingo, julho 05, 2009
Que me diz aquela voz que eu não esperava? Porque ela tem um valor...Eu quero que ela tenha um valor!
Diz-me, naturalmente, que nós somos uns seres muito sensíveis e inquietos, que tudo nos agita. E... ai de nós quando deixarmos de assim ser!
Ai de nós quando cegarmos e ensurdecermos moralmente!
Só de pensar na perfeita indiferença, ou na perfeita serenidade, o coração se me aperta. Penso que será a antecipação da morte.
Mas não é só este pensamento que me aflige. É também o medo de deixar de ser o que julgo ser. E ainda a desconfiança de que o sou muito pouco, isso que sou... que a minha sensibilidade foi sempre pobre e desperdiçada!" Lisboa, I. (1973). Solidão. Lisboa: Portugália Editora (Círculo de Leitores). P.49.
sábado, julho 04, 2009
sexta-feira, julho 03, 2009
quinta-feira, julho 02, 2009
quarta-feira, julho 01, 2009










