domingo, maio 31, 2009

O que estou a fazer?



R. Estou precisamente a descansar devido ao facto de ter estado sentada correctamente tanto tempo...Hahaha. Não esqueçam que no Decreto-Lei n.º 243/86 de 20 de Agosto ( Regulamento Geral de Higiene e Segurança do Trabalho nos Estabelecimentos Comerciais, de Escritórios e Serviços – Cap. II Secção I- Artigo 5º): “ 1- Devem ser postos à disposição dos trabalhadores assentos apropriados e em número suficiente, de modo que possam sempre que seja compatível com a natureza do trabalho, realizá-lo na posição de sentado. 2- Nos postos de trabalho fixos devem ser postos à disposição dos trabalhadores assentos facilmente higienizáveis, confortáveis, funcionais, anatomicamente adaptados aos requisitos do posto de trabalho e à duração do mesmo)”.

Imagem disponível em: http://img291.imageshack.us/img291/7855/ergonomia04hn9.png.
Vamos?

sábado, maio 30, 2009

Self service dos Professores:

Leiam-se (http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=137026) as palavras de Mário Nogueira sobre a manifestação de Professores: «uma lição de dignidade para quem há-de levar com mais lições»... Salvaguardo desde logo que este tipo de “actividades” não visa o modelo da anarquia e, como tal, gostava de perguntar a cada um e a cada uma (desses 80 mil participantes) se ao menos sabem o que estão ali a “representar”!? É que discutir as políticas educativas do Governo não passa por demonstrar a baixa formação linguística de Mário Nogueira relativamente à Ministra da Educação e ao Primeiro Ministro («incompetentes», «prepotentes» e «arrogantes»). Se, de um modo genérico, aquilo que pretendem é: “ (...) a continuação da revisão do estatuto da carreira docente, reforma do modelo de avaliação de desempenho e a negociação do despacho que estabelece a organização do ano lectivo(...)”, então, que se apresente um projecto válido e exequível (claro talvez sejam precisos conhecimentos para isso..). Infelizmente foi preciso chegar a uma espécie de “repressão” que actue tanto na prevalência como incidência de situações que se têm vindo a verificar nas “nossas escolas”.. Lamento não poder dizer a este senhor que não pode ”(...) dizer adeus a um dos períodos mais negros da história da Educação em Portugal”: em primeiro, porque mais metade dos Professores/manifestantes licenciaram-se do modo que se sabe, falam como se ouve e actuam dentro das instituições pior do que em situação de protesto; em segundo, pelo simples motivo que as faculdades continuam a licenciar professores como se de um “self service” se tratasse, esquecendo-se de os formar.. (Peço desculpa àquela minoria de Professores que investe na formação e tanto se esforça para que novos resultados se sintam...).
Inadvertência:


A. Schüt “fiou-se” no Husserl e mandou-se para o “retorno às coisas mesmas”, mas “ó” Schüt -fenomenologia mundana?

quinta-feira, maio 28, 2009

Instantes Mágicos:


quarta-feira, maio 27, 2009

Sofrimento em Sofrimento:

Em torno do pensamento de Emmanuel Lévinas tento “fantasiar” a possibilidade de falar duma perseguição excessiva pelo sofrimento. Sentindo em mim a “sua” preocupação por um “outro eu” sofredor tento compreender o teor ético do sofrimento abstracto. E, se se aceitar que sofremos em sofrimento continuamente (na medida em que sofremos amplamente o sofrimento do outro), haverá ou não, uma obsessão traduzida no sentido de responsabilidade por outrem?
Admitindo a possibilidade desta obsessão posso pensar numa ambiguidade do “mal” e do “bem”. Por um lado, não se ousa evitar a responsabilidade, por outro, caso lhe “vire as costas” admite-se o ressentimento, ou seja, uma má obsessão. Ora, é-me permitido dizer que não haverá justificação racional para o mal do sofrimento. Ao mesmo tempo, é significativo pensar que perante a relação eu-outro não posso tolerar qualquer reciprocidade e, assim, a falta de sentido paradoxal do sofrimento, faz sentido! Logo, se ninguém pode substituir (no sentido de ninguém poder assumir) o lugar do sofredor, então ele torna-se obsessivo pelo sofrimento do qual não se consegue “soltar”. Contudo, se não se pode falar de um “eu” consciente da dor, poder-se-á falar da consciência de uma certa submissão ao submeter-se?

terça-feira, maio 26, 2009

Mais um assalto à porta da FMUC em plena luz do dia..Isto é democracia?

segunda-feira, maio 25, 2009

"Marketing of fear":

“Alguns autores têm chamado a atenção para o alegado «patrocínio» da doença pela indústria farmacêutica: através de campanhas dirigidas para o público em geral, a indústria farmacêutica pretenderia «vender» a doença para chamar a atenção para as terapêuticas mais recentes (Moynihan, Heath e Henry, 2002). A estratégia usada seria o marketing do medo (marketing of fear), que se traduz pela sobrestimação de situações clínicas e factores de risco na população e pela «medicalização» de situações fisiológicas (Moynihan, Heath e Henry, 2002). (...) A publicidade farmacêutica, redireccionada para o público em geral, contribui para a difusão de novas categorias de doenças e para a medicalização da vida diária (Moynihan, Heath e Henry, 2002; Cathebras, 2003). Desta forma, importa promover a divulgação de fontes independentes de informação em saúde (Moynihan, Heath e Henry, 2002), bem como capacitar os utentes, enquanto consumidores de saúde, relativamente às implicações (individuais, sociais e económicas) de um consumo inapropriado de cuidados de saúde" (Almeida, L. M. (2005). «Da prevenção primordial à prevenção quaternária». Revista Portuguesa de Saúde Pública, Vol. 23, Nº 1. P.94).

domingo, maio 24, 2009

Medida:

Gosto muito daquela "medida" - dizem que é ao "olhómetro"! risos + risos + risos...
Olhar estrábico:

Quando vejo as notícias do dia penso sempre que estou estrábica – “vesga” ou sei lá bem o quê.. Hoje até lustrei os meus olhos de novo, mas continuava a ler: “Ana Gomes acusa Santana Lopes de «parolice, despesismo e provincianismo abjecto»” (in http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1242658) ; Depois: « Paulo Rangel diz que objectivo do PSD é vencer as europeias e "vencer é ter mais um voto" » (in http://europeias.sapo.pt/videos/#hNseIyFIMqfK2HAbK2zV) . Também fiquei a saber que: “ Oliveira e Costa promete fazer «revelações bombásticas»” (in http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro_digital/news.asp?section_id=21&id_news=117556). De qualquer modo não se preocupem porque: “Miguel Portas pede mais apoio ao desenvolvimento local” (in http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=136226).

Imagem disponível em: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhxOqoXvzxekPtba3LZuic6asZ1KDdh5yFi-PL_e4Cj6ro81JFm_T6N61xAAtkDP3ZgqrSqOniIRvZA3O2n1OOQz0MaQY-lRLSfAyOChWZ7WxZo69p3Agae5VbUZtaDraDT8M6urOpwgjg/s400/ator-estrabico_1.jpg

sábado, maio 23, 2009

Dia 23 de Maio não é?

David Ben-Gurion: “O que testa a democracia é a liberdade de crítica”. Dia 23 de Maio não é?

sexta-feira, maio 22, 2009

Movimento sentido:

quinta-feira, maio 21, 2009

“Aqui e Agora”:

Como uma das minhas atracções passa pela exploração da filosofia e/na moda esperava ouvir um parecer interessante em directo..A verdade é que acabei “desgostosa” ao ouvir a “nossa” estilista de renome internacional (Fátima Lopes). Pareceu-me um discurso vazio e "inadequado"... Era preciso salientar:

1- Como se disse, a obesidade é uma doença (especialmente) grave para a juventude do nosso país.
2- "A moda" deveria também salientar e ir ao encontro ao trabalho que se tem tentado “fazer” : “(...) a Organização Mundial de Saúde (OMS), em Health for all, estabeleceu metas de saúde para os próximos anos, tendo a promoção da saúde e os estilos de vida saudáveis uma abordagem privilegiada no ambiente escolar (...)”.
3- A ideologia da saúde foi criadora da própria utopia da saúde perfeita, esquecendo que saúde acaba por ser o “projecto” que tentamos cuidar ao longo da vida e, por isso, o cuidado é a estrutura da saúde. Deve entender-se que tomar cuidado não significa apenas o viver da vida biológica (o modo despreocupado com que a estilista falou do corpo como objecto lembrou-me o paradigma biomédico: de tudo o que pode fazer-se deve fazer-se).
4- Ainda que a moda seja um “espectáculo” como mencionou Fátima Lopes não deixa de ter responsabilidade perante este “tipo” de eventos, esperava-se um discurso ponderado, atento e dentro do possível “solidário”. Não penso que fosse "ideal" atacá-la pela questão abordada, da cirurgia plástica, mas era "ideal" ter-lhe perguntado: Que tipo de intervenção/sensibilização se pode esperar do dito “mundo da moda” para alertar os jovens tanto no excesso de peso como no excesso de magreza? Como pode o “mundo da moda” contribuir para gestão da escolha informada (dos jovens em especial) se é dos espectáculos que mais incentiva ao consumo? Como pode o “mundo da moda” ser reconhecido e requerer a consulta da sua opinião em questões sociais?
Parcerias:

Leia-se - "Governo assina parceria com Universidade de Harvard na área da Medicina" (in: http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=1238817). Pensei - porque não poderá ser antes na University of California - Berkeley?(um professor conhecido dizia que um dos requisitos mínimos para lá conseguir estudar medicina era ter 20 valores!risos).

quarta-feira, maio 20, 2009

Amnésia:


Era como as palavras se perdessem entre os dedos tal como os grãos de areia se perdem entre as folhas; era como as pegadas ficassem na tinta , como as frases ficam no horizonte. - Assim gritou a primeira nota musical enquanto fugia do enquadramento do "primeiro" sistema. - E, assim, o Jazz consegue dissuadir-se, "desviando-se" de si mesmo...

terça-feira, maio 19, 2009

Não te inclines demais Narciso! E...


“Ele” inclinou-se – Tentou matar a sua sede – Apaixonou-se por um reflexo - Desiludiu-se com o reconhecimento da sua própria imagem – O seu corpo desfaleceu – E, no seu desaparecimento, surgiu uma flor.

Imagem disponível em: http://ocanto.esenviseu.net/imagens/narciso.gif

segunda-feira, maio 18, 2009

Entre prioridades:
Qual a razão pela qual um objectivo pressupõe à partida já estar a assumir um compromisso?

domingo, maio 17, 2009

Anamnese:

Problemática dos opostos no «filósofo chorão»:




Tradicionalmente os “opostos” são tidos como algo antagónico. Todavia, a voz de Heraclito ainda se ouve pelos fios do pensamento: dia/noite; quente/frio; seco/húmido; vida/morte.. Aos conjuntos de opostos ele chamaria unidade dos opostos, permitindo falar-se em harmonia, consentido, ao mesmo tempo, o produto da tensão de opostos. Abriu espaço à união dos opostos (porque embora não idênticos eles remetem um para o outro), afirmou uma certa teoria do logos (pois segundo “ele” o que acontece, acontece de acordo com o logos). Contudo, se “A Guerra é mãe de todas as coisas” como dizias “tu” que a realidade é fluxo permanente? E, se a Guerra unir aqueles que põe em luta para que “combinas-te” o fogo com o logos? Em que "tipo" de mudança uma “unidade” se mantém?
Imagem disponível em: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjUQdr3HrxtHhIruSQaidujfOB6Eo_d3CfyxRJy00Pq_rU3233q3GG5rsOK0Y0YoCwFnfPnf3oA_EdjgtS6LpPk6Y-0CS6860i0zd0RyB4iMDH_EBZ1WQ45LLoYkl_b_Ree4z8Oz1E9hMI/s320/agua1.jpg

sábado, maio 16, 2009

Cruzamentos:



Esta semana que passou devo ter-me cruzado umas duas vezes com o Professor Vital Moreira.. Lembro-me de lhe ter lançado um daqueles olhares e pensar: "Possa"... Estará sempre com aquela cara de sorriso feliz!?